
Depois de mais de uma década de espera e disputas burocráticas, o pavimentação da SC-154 seguir em frente novamente Santa Catarinacom trabalho de R$ 142 milhões e custo médio de R$ 5,47 milhões por quilômetro.
Por que o SC-154 voltou ao centro das discussões depois de tantos anos de espera?
O pavimentação da SC-154, entre Ipumirim e o entroncamento com a BR-282, voltou ao destaque depois de mais de dez anos de promessas, estudos e obstáculos legais. O projeto está em andamento desde 2012 e se tornou uma das principais demandas do Oeste Catarinense.
Ao longo desse período, o processo passou por etapas administrativas, ajustes técnicos e disputas judiciais que impediram o efetivo início das obras. Agora, com a retomada das articulações políticas, a expectativa é destravar a fase final.
Como está o andamento atual das licitações e decisões judiciais?
O processo de licitação para SC-154 teve novos desenvolvimentos após decisão judicial que anulou a inabilitação de uma das empresas concorrentes, reconhecendo excessivo rigor formal. Como resultado, o concurso teve que ser reorganizado.
Atualmente, o trabalho está no aprovação final e ajustes administrativosetapa necessária antes da assinatura do contrato e emissão da ordem de serviço pelo Governo do Estado. Antes de avançar para o início das obras, o processo ainda depende de validações formais. Entre os pontos em análise estão:
- Reorganização do resultado da licitação
- Aprovação final do evento
- Contratar a empresa vencedora
- Emissão da ordem de serviço
- Ajustes administrativos finais do SIE
Qual é o custo da obra?
O projeto de pavimentação SC-154 tem um investimento estimado em cerca R$ 142 milhões aproximadamente 26 quilômetros de extensão. Isto representa um custo médio de R$ 5,47 milhões por quilômetrovalor considerado elevado, mas compatível com obras rodoviárias de alta complexidade. Veja os detalhes:
Por que a SC-154 é considerada estratégica para o oeste catarinense?
A rodovia é vista como um corredor essencial para o fluxo da produção agroindustrialligando importantes áreas produtivas do oeste catarinense à BR-282. O impacto logístico é um dos principais argumentos defendidos pelos líderes regionais.
Além disso, a obra deverá beneficiar diretamente diversos municípios e cadeias produtivas da região. Entre os principais efeitos esperados estão ganhos de eficiência e redução de custos em transporte:
- Melhoria no transporte de grãos e cargas agroindustriais
- Redução das distâncias logísticas em até 100 km
- Apoio ao fluxo produtivo de empresas como JBS, BRF e Aurora Coop
- Integração entre municípios como Ipumirim, Concórdia e Faxinal dos Guedes
- Estimular o desenvolvimento económico regional
O que os líderes políticos dizem sobre o trabalho?
O Alesc Banco Oeste intensificou o pressão para acelerar a contratação da empresa responsável e iniciar os trabalhos. Os deputados argumentam que a região não pode esperar mais depois de anos de atrasos.
O deputado Neodi Saretta destacou que o projeto teve início em 2012 e passou por diversas barreiras. Segundo ele, o momento atual é decisivo para que o governo conclua os trâmites finais e autorize o início da pavimentação.
O que falta antes de começar de fato a pavimentação da SC-154?
Com a fase judicial praticamente encerrada, o projeto depende agora de trâmites administrativos finais para sair do papel. A expectativa é que o Governo do Estado conclua o contrato e autorize a execução da obra.
Após esta etapa será possível emitir o ordem de serviçomarcando oficialmente o início da pavimentação. Ainda não há prazo confirmado para esta divulgação, o que mantém a atenção da região no andamento do processo.
