O pobreza na Argentina caiu para 28,2% na segunda metade de 2025de acordo com o Índiceatingindo o nível mais baixo desde 2018. O resultado representa uma melhoria consistente nos indicadores sociais e reforça uma tendência de recuperação económica ao longo do último ano.
Quantos argentinos ainda vivem na pobreza?
Segundo o Indec, cerca de 8,5 milhões de pessoas ao vivo abaixo da linha da pobreza no paísenquanto 1,9 milhão está em situação de miséria, o equivalente a 6,3% da população.
Apesar da queda recente, os números ainda mostram que uma parcela significativa da população enfrenta dificuldades no acesso a condições básicas de vida.
Qual foi o impacto na queda anual da pobreza?
Em comparação com o segundo semestre de 2024, a pobreza caiu 9,9 pontos percentuaisenquanto em relação ao primeiro semestre de 2025 a redução foi 3,4 pontos.
O governo de Javier Milei destaca também uma queda acumulada 24,7 pontos desde o início da gestão, quando o índice atingiu 52,9%.
Que factores económicos explicam a redução da pobreza no país?
A melhoria do indicador está ligada a importantes mudanças económicas registadas no período recente, segundo dados oficiais.
Entre os principais fatores destacados estão:
- Aumento da renda familiar em 18,3%
- Menor aumento nas cestas básicas (11,9% em alimentos e 11,3% no total)
- Queda na inflaçãoque passou de 25,5% para 2,9%
- Maior estabilidade económica ao longo de 2025
Estes elementos aumentaram o poder de compra das famílias e contribuíram diretamente para a redução da pobreza.
Como o governo atribui resultados?
O governo de Javier Milei afirma que o resultado é o resultado de políticas de controle da inflação e ações dirigidas aos setores mais vulneráveis.
O Ministro da Economia, Luis Caputo, também destacou o papel do crescimento económico e o processo de desinflação melhorar as condições de vida da população.

