Nova lei que já vigora em 2026 impõe proibição e atinge Carrefour, Assaí e outros supermercados

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Nova lei que já vigora em 2026 impõe proibição e atinge Carrefour, Assaí e outros supermercados

Ir ao supermercado costuma ser visto como uma tarefa simples, mas para muitas pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida na Bahia esse trajeto ainda envolve barreiras. Para enfrentar esse cenário, o Lei 14.771/2024que redefine os padrões de acessibilidade em supermercados e exige que as lojas estruturem atendimento específico para esse público, com suporte organizado, funcionários treinados e procedimentos definidos.

O que muda com a lei de acessibilidade nos supermercados baianos?

O lei de acessibilidade em supermercados determina que cada loja mantenha uma equipe treinada para atender pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. O objetivo é garantir um apoio contínuo, respeitoso e formal, substituindo a dependência de favores ocasionais por um atendimento estruturado e permanente.

Cada supermercado deve contar com pelo menos dez funcionários treinados para esse tipo de serviço, com conhecimento de como oferecer ajuda sem invadir a privacidade e preservando a autonomia do cliente. Pelo menos um destes colaboradores deverá estar disponível e claramente identificado durante todo o horário de funcionamento.

Nova lei que já vigora em 2026 impõe proibição e atinge Carrefour, Assaí e outros supermercados
Idoso sendo cumprimentado por funcionário do mercado

Quais são as principais responsabilidades dos funcionários treinados?

Os trabalhadores alocados no serviço acessível têm o papel de apoiar os consumidores nas diferentes fases da experiência de compra. O trabalho inclui tanto o atendimento direto na loja quanto a interação respeitosa com pessoas com diferentes tipos de deficiência, evitando constrangimentos.

Dentre as tarefas mais comuns que podem ser solicitadas por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, destacam-se:

📌 Tipo de auxílio 📝 Descrição
Localização do produto Suporte para localização de itens em prateleiras e setores específicos.
Gama de produtos Ajuda na retirada de produtos em prateleiras altas ou de difícil acesso.
Lendo informações Leitura de rótulos, promoções, preços, peso e prazos de validade.
Organização de compras Auxilia na organização dos itens no carrinho ou cesta quando solicitado.
Acompanhamento até o caixa Suporte durante viagens e checkout.
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Como o consumidor identifica e ativa o atendimento acessível no supermercado?

Para que o acessibilidade em supermercados Para ser eficaz, a lei exige não apenas funcionários treinados, mas também uma comunicação clara sobre o serviço. As lojas deverão instalar sinalização e avisos em pontos estratégicos, informando o direito ao atendimento especializado e indicando onde esse suporte pode ser solicitado.

Na prática, o fluxo de atendimento costuma seguir passos simples: o consumidor vai até o balcão ou setor sinalizado, um funcionário treinado é enviado para acompanhar a pessoa e oferece assistência durante o trajeto pela loja.

Caso o atendimento seja inexistente, negado ou insuficiente, o cliente pode registrar reclamação junto à administração, canais de rede ou órgãos de defesa do consumidor.

A que tipos de supermercados se aplica a lei de acessibilidade?

O lei de acessibilidade nos supermercados baianos Isso se aplica a empresas de todos os portes que operam formalmente como supermercados no estado. Não há diferenciação por faturamento, tamanho de loja ou localização, abrangendo unidades de bairro, redes regionais e grandes grupos nacionais.

Esses estabelecimentos deverão manter dez funcionários capacitados por unidade, garantir pelo menos um profissional capacitado em cada turno, sinalizar o direito ao atendimento e colaborar com a fiscalização. A padronização busca evitar que a acessibilidade fique restrita aos grandes centros urbanos ou às lojas com maior poder de investimento.

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A lei trata apenas do atendimento ao cliente ou também da estrutura física das lojas?

Embora o texto da lei se concentre no apoio prestado aos trabalhadores, a discussão sobre acessibilidade em supermercados Envolve também a adaptação do espaço físico. As lojas precisam obedecer a padrões arquitetônicos já consolidados, criando percursos com barreiras mínimas para uma circulação segura e autônoma.

Entre as adaptações mais comuns estão entradas com rampas e corrimãos quando há desnível, corredores com largura adequada para cadeiras de rodas, sinalização visual e tátil em pontos críticos, banheiros acessíveis e organização de gôndolas sem obstáculos.

Nas fiscalizações é avaliado o conjunto de pessoal treinado, comunicação e estrutura física, o que pode gerar prazos de cumprimento e penalidades em caso de descumprimento.

Quais impactos a nova legislação traz para o setor supermercadista baiano?

A implementação de lei de acessibilidade em supermercados provoca importantes mudanças operacionais nas empresas. É preciso investir na formação de pelo menos dez funcionários por unidade, rever horários de trabalho, ajustar processos internos e, em alguns casos, realizar contratações ou consultorias especializadas.

Ao mesmo tempo, a legislação amplia o acesso das pessoas com deficiência ao consumo diário, fortalece o vínculo entre os supermercados e a comunidade local e incentiva ambientes de trabalho mais diversificados.

As lojas que atendem aos requisitos tendem a se tornar mais acolhedoras e competitivas, incorporando à sua rotina a perspectiva da inclusão e do atendimento acessível de forma estruturada.